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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A Batalha de Waterloo (Junho de 2010) Reportagem Fotográfica (7)

Vou deixar-vos aqui um último relato relacionado com a aventura das tropas Portuguesas por terras da Bélgica, no decurso deste magnífico evento.
Tendo no meu último "post" relatado as aventuras dos artilheiros no dia da batalha principal, cabe agora relatar o que sucedeu com os soldados de infantaria.

As tropas preparam-se para o combate de manhã bem cedo, sendo possível ver em todos os rostos a gravidade do momento.
No caso do Sérgio, vê-se que ele está a ganhar coragem para telefonar à patroa e contar que esta poderia  ser a última vez que falava com ela...antes de voltar a Portugal.
Ao fundo podemos ver o Alves em estado meditativo, a pensar se seria permitido utilizar papel higiénico num acampamento histórico.

Mas todas as dúvidas rapidamente despareceram, quando as tropas começaram a fazer os treinos preparatórios para a grande batalha!

As mulheres e os filhos dos soldados, que ficavam no acampamento, tentavam esconder a ansiedade e não pensar demasiado no que podia acontecer aos bravos soldados que iam combater.


Uma vez chegados ao campo de batalha, tudo ficou mais dificil.
Aqui vemos a Carla a tentar encontrar uma posição onde não pudesse ser vista pelas tropas inimigas, antes de chegar o momento de entrar em acção.

As tropas aliadas tentavam evitar os milhares de tiros que cruzavam o ar e procuravam a melhor camuflagem possível.

Claro que o nosso oficial, para mostrar o seu desprezo pelo perigo, optou por usar apenas uma camuflagem ligeira na sua barretina.

O aparecimento da Guarda Imperial Francesa causou, por breves momentos, alguma preocupação entre as tropas menos experientes.

Embora os combates tenham sido muito duros, com mais de 3.000 homens e mulheres em campo, felizmente ninguém se magoou e acabou tudo bem.

No dia seguinte as tropas desmontaram o acampamento e prepararam-se para voltar à Pátria.
Isto de acampar ao ar livre é muito giro, mas não é numa terra onde chove na maior parte do tempo.
Que saudades de um tecto sobre a cabeça, do chuveiro e do vale de lençois...

Qualquer expediente era legítimo para escapar à inclemência do clima...

E foi assim que terminou esta verdadeira aventura!

Venha a próxima!

Pedro Casimiro




1 comentário:

  1. Já sinto saudades daqueles "terríveis" dias que passámos na Bélgica. Todos os sacrifícios valeram a pena pelo convívio e camaradagem. Se pudermos e formos convidados e se eu ainda "puder com as botas" gostaria de repetir em 2015.
    ALMA ATÉ ALMEIDA. VIVA PORTUGAL.

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