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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Novas chapas para as barretinas



Caríssimos,

Na sequência de informações recebidas, obtidas da sequência de escavações arqueológicas feitas em campos de batalha da época, temos elementos que nos levam a considerar que as chapas das barretina que utilizamos há vários anos não estão totalmente conformes às originais, utilizadas pelos nossos antecessores.

Nessa medida, alguns elementos do GRHMA e da ANP estão interessados em adquirir (a expensas próprias) alguns exemplares das novas chapas para substituir as que vimos utilizando, e que correspondem à imagem acima indicada.

Venho dar conhecimento deste facto a todos vós, para o caso de existirem mais elementos interessados  em adquirir esta peça de equipamento, embora na presente data ainda não exista uma estimativa do custo envolvido.

Os interessados podem manifestar aqui a intenção de adquirir este equipamento, ou podem enviar um email ao nosso sargento Joaquim Guedes, que, com a sua diligência e técnica habituais, está a dirigir o processo industrial de manufactura das peças.

Pedro Casimiro

PS: O preço unitário de cada peça é de Euros 28,00.


1 comentário:

  1. Até que enfim vamos ter chapas de barretina conforme os originais de há 200 anos, as que utilizávamos até aqui eram reproduções das chapas de barretina "inventadas" para as comemorações do centenário da Guerra Peninsular.
    À data da constituição da ANP e GRHMA eram as únicas conhecidas, daí termos enveredado por as usar, recentemente, em 2011, foram descobertas em escavações arqueológicas, num campo de batalha na zona dos Pirinéus, onde estiveram vários regimentos portugueses, chapas de barretina com as armas reais, chapas de barretina com números regimentais e botões também com números regimentais.
    Foi através destes elementos que o nosso amigo Joaquim Guedes se baseou para fazer uma reprodução fiel das utilizadas à época.
    Aconselho vivamente todos os elementos das duas associações a substituirem as actuais chapas de barretina por estas que são confomes às originais de 1806.
    Abraço a todos, e Alma até Almeida
    Faria e Silva

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