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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Recriação Histórica aos quadradinhos (2)


Ora aqui temos a exposição da segunda parte das gravuras do séc. XIX, recentemente encontradas numa escavação arqueológica.
Na imagem acima indicada podemos visualizar o cumprimento dos requisitos de segurança na altura da montagem do acampamento e acendimento da respectiva fogueira. Todo o cuidado é pouco quando toca a assar um chouriço...

Neste caso concreto podemos perceber onde é que o George Lucas se inspirou na criação do sabre-luz dos guerreiros Jedi, da saga Guerra das Estrelas...



Armindo: como podes ver, não foi só contigo que aconteceu ficar com a camisa tingida em cores estranhas por causa de chuva. Pelos vistos, já antigamente era uma situação muito comum.

Por fim, nesta imagem podemos ver os riscos associados ao empréstimo de armas a civis para "dar um tiro". Conforme está previsto no nosso regulamento interno, a única excepção admitida nestes casos será quando a civil tenha mais de um metro e setenta e cinco e use mini-saia...

Pedro Casimiro

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Recriação Histórica aos quadradinhos (1)


E agora, meus senhores, vou deixar-vos um conjunto de autênticas gravuras de época, recentemente encontradas num paiol enterrado a vários metros de profundidade, no centro da Europa, que nos permite comparar e perceber algumas das regras que hoje utilizamos.

No exemplar acima colocado, do início do séc. XIX, vê-se claramente que já naquela altura era proibido andar com relógio de pulso. Portanto, hoje em dia não podemos violar essa regra.
Em alternativa, as tropas sempre podem adoptar a solução encontrada pelo soldado António Rico, que põe o seu relógio no cotovelo, para não ser visto pelo Comandante.


Nesta imagem podemos também visualizar as arriscadas manobras que os nossos antepassados faziam com as suas mochilas.
Para a próxima Escola do Soldado podem já contar que vai haver um exercício deste género, em que os nossos soldados infantaria irão ter de fazer a descida para o rio Côa desta maneira. Os artilheiros vão ficar dispensados de o fazer, por causa do peso das peças de artilharia...
O soldado Orlando, como ainda está na recruta, vai ser o primeiro a experimentar.





E neste cartaz podemos visualizar o que acontecia quando um soldado distraído apontava a caçoleta da sua arma directamente à cara de um camarada de infantaria. Era presunto defumado na certa.
O nosso sargento Coelho que o diga...
Á cautela, sempre convém colocar os "flash-guards" nas caçoletas...



E quando acabavam as munições aos soldados, o que sucedia?
É muito fácil, fazia-se uma rápida conversão do mosquete em arco e atiravam-se umas flechas aos soldados adversários, como é possível observar nesta gravura de época.
Ora aqui temos mais uma actividade que é preciso treinar na próxima Escola do Soldado. 
Eu até acho que o nosso soldado Morgado é capaz de ter muito jeito para isto...

Um dia destes vai haver mais.

Pedro Casimiro


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Equipamento do soldado do início do século XIX - 3ª Parte


E aqui estamos novamente a analisar o equipamento e aspecto de um acampamento de época, desta vez organizado pelos nossos camaradas e amigos Espanhóis.
Trata-se de um evento recentemente organizado em Astorga e na imagem acima indicada podemos visualizar o nosso bem conhecido amigo Manuel Ruibal a guardar a sua estimada peça de artilharia.
Como todos sabem, apesar de o Manuel e a sua equipa de artilheiros utilizar habitualmente o uniforme de uma unidade de artilharia francesa, quando se descola a Almeida combate sempre ao lado do nosso Regimento de Artilharia!


E aqui temos, uma vez mais, uma das alturas mais importantes em qualquer acampamento histórico - a hora da refeição!

Todos podem constatar o cuidado - que não é meramente casual - que os nossos colegas colocaram na organização deste evento. Desde copos em metal, pratos em madeira ou barro, e até cestos em vime, não há nada que choque o rigor exigido num qualquer acampamento histórico.


A comida, como convém, parece ter sido abundante e apetitosa...


Aspecto geral do acampamento.


A fogueira com o tripé em ferro é também um ponto essencial de qualquer acampamento, ainda mais nesta época do ano...

A maioria das tendas utilizadas neste evento parece ser exactamente iguais àquelas que utilizamos na deslocação a Waterloo. Todavia, para um acampamento que se preveja ter alguma duração, não são as mais adequadas em termos de conforto. Com dois homens, mais o respectivo equipamento, ficam automaticamente sobrelotadas.

A angariação de tendas maiores, na eventual instalação de um acampamento em Almeida, poderá vir a constituir um objectivo a concretizar.

Pedro Casimiro


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Congresso Internacional Comemorativo da Batalha do Bussaco



Aqui fica mais um evento a não perder: O Congresso Internacional Comemorativo da Batalha do Bussaco irá realizar-se nos próximos dias 29, 30 e 31 de Outubro do corrente ano, na Mealhada.

Trata-se de mais uma iniciativa patrocinada pelo Munícipio da Mealhada, cuja meritória agenda cultural muito tem contribuído para assinalar devidamente a importância e reflexos da chamada Terceira Invasão Francesa, em geral, e da Batalha do Bussaco, em particular, no concelho da Mealhada e não só.

Para mais informações é só visitar o seguinte sítio:
http://www.cm-mealhada.pt/index.php

Pedro Casimiro

domingo, 17 de outubro de 2010

Questões Técnicas & Nomenclatura: Mosquete Brown Bess


Como eu tenho a certeza absoluta que todos os bravos soldados do GRHMA aproveitam o fim-de semana para visitar o nosso Blog em busca de mais actualizações técnicas e tácticas, venho aqui colocar mais um post informativo da maior relevância técnica (ou quase...).

Está em causa a peça de equipamento mais importante de um soldado do início do séc. XIX: o mosquete. Haveria muita coisa que se dizer sobre este tema. Eu aqui não irei fazê-lo, para não arriscar exibir demasiado a minha ignorância na matéria, razão pela qual vou optar por manter as coisas simples e directas.

Na primeira imagem supra indicada temos um mosquete modelo "Long land", introduzido ao serviço de Sua Magestade (Reino Unido) no início do séc XVIII, sendo este o modelo com as modificações introduzidas em 1742. Não se sabendo bem quando, nem por quem, esta arma a partir de certa altura passou a ser apelidada de "Brown Bess", que se pode traduzir, em termos mais ou menos livres, por "Bess Castanha", sendo "Bess" um nome feminino.


Este mosquete é também um modelo "Long land", com as modificações introduzidas em 1756, designadamente ao nível da respectiva fecharia. O primeiro modelo tinha uma dimensão global de 159 cm e o segundo de 146 cm, o que, além do mais, o tornava mais leve e manejável. O primeiro modelo é aquele que é usado pelo GRHMA em recriações históricas, porque alguém entendeu que os homens da Beira Alta como são muito musculados, gostariam é de mosquetes pesados. Embora fossem peças já ligeiramente anacrónicas para a época das invasões francesas, foram ainda usados pelas nossas tropas.


Aqui temos o mosquete modelo "Short land", com a dimensão de 149 cm. As diferenças entre este modelo e os anteriores situam-se principalmente ao nível do peso e da dimensão. Lá está, mais um aspecto perfeitamente indiferente para as nossas tropas...


Por fim, temos aqui a arma que os nossos soldados de infantaria gostariam de ter se não fossem tão fortes e musculosos: o modelo "India pattern" do mosquete Brown Bess. Esta arma mede apenas 140 cm e pesa cerca de 4,3 Kg (os actuais pesam cerca de 4,7 Kg).

Este foi sem qualquer dúvida o modelo mais utilizado quer pelas nossas tropas, quer pelas tropas inglesas, no decurso da Guerra Peninsular e quem sabe se um dia destes podemos de ter a sorte de arranjar alguns exemplares (talvez quando sair o Euromilhões a algum elemento do grupo...).

Como todos sabem, o exército Português ficou praticamente arruinado na sequência da Primeira Invasão Francesas, verificada em 1807. O equipamento militar que não foi apreendido pelo exército Francês, foi destruído. A reorganização do Exército Português á partir de 1809, sob a orientação de William Carr Beresford, exigiu um enorme esforço em termos de treino, organização e equipamento.

E os mosquetes Brown Bess constituíram uma parte importante desse equipamento, pois sendo as armas em uso pelo Exército Inglês da altura, foram estas as armas enviadas para os soldados do nosso exército, tanto mais que se desejava uma uniformidade de termos de procedimentos e equipamento entre os dois exércitos, de molde a facilitar a cooperação entre ambos em termos operacionais.

É esta a razão pela qual utilizamos estas peças na nossa actividade.

Pedro Casimiro




quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Questões Técnicas & Nomenclatura: Fecharia do Mosquete



Dado o considerável interesse despertado pelos meus últimos textos, respeitantes a questões técnicas relacionadas com a recriação histórica, decidi avançar com uma nova série de textos (apelidada de "Questões Técnicas & Nomenclatura) relacionados com o sentido, utilidade e alcance das várias peças de equipamento que habitualmente utilizamos na nossa actividade.

Deste modo, todos os soldados irão ter oportunidade de estudar e aprender o modo de funcionamento de certos mecanismos e o nome de vários componentes, de molde a evitar, por exemplo, apelidar o cão do mosquete de "coiso que sobe e desce" ou chamar "buraquinho" ao ouvido da arma, ou coisas piores...

A fecharia do mosquete encontra-se devidamente ilustrada e dissecada na imagem supra colocada, da autoria do Presidente da Associação Napoleónica Portuguesa, Eng. Faria e Silva.

Como todos os que utilizam o mosquete percebem, existem peças importantes do mesmo cuja manutenção e compreensão do funcionamento são essenciais para uma utilização correcta e com segurança.

É designadamente o caso do cão, cujos lábio superior e inferior devem estar sempre devidamente apertados para suportarem correctamente a pedra de sílex, que deve estar sempre envolvida em folha de chumbo, de molde a que sempre que esta embata no fuzil/chapa da caçoleta produza a necessária faísca. É importante a conferência, após dois ou três tiros, se se mantém a pressão adequada dos lábios do cão sobre a pedra.

É absolutamente proibido utilizar outro material que não a folha de chumbo para ajustar a pedra de sílex aos lábios do cão do mosquete, por razões de segurança de vária ordem.
A limpeza e remoção regular de resíduos de pólvora do pára-fogo, da caçoleta e do ouvido da arma são essenciais para evitar as falhas de tiro.

Entre recriações, é importante que cada soldado faça a necessária manutenção da fecharia da arma, desmontando esta peça, removendo cuidadosamente os resíduos de pólvora do mecanismo interno e, no final, oleando devidamente esse mesmo mecanismo, de molde a garantir o seu correcto funcionamento e a durabilidade do equipamento.

Agora é só uma questão de estudar o esquema apresentado e decorar o nome de todas as peças indicadas.

Pedro Casimiro

domingo, 10 de outubro de 2010

Equipamento do soldado do início do séx. XIX - 2ª Parte


E aqui temos uma imagem do fantástico acampamento histórico instalado pelo GRHMA/ANP na Quinta de Hougoumont, na Bélgica, em Junho deste ano. Este era, sem qualquer dúvida, o melhor acampamento existente no local, onde não faltava nada e o rigor histórico foi seguido à risca.
Além de um dos melhores, foi sem dúvida um dos mais populares, principalmente a partir do momento em que alguém se lembrou de começar a distribuir pedaços de presunto aos turistas visitantes. Passado pouco tempo já havia malta a fazer fila para provar o presunto!
O local mais importante do acampamento foi sempre o da fogueira. Desde calor para aquecer os ossos (na Bélgica não sabem que no mês de Junho é suposto haver calor), boa comida para aquecer o estômago e uma boa conversa para aquecer a alma, havia um pouco de tudo.
Vemos também na imagem o tripé colocado sobre a fogueira para suporte dos caldeiros com àgua, com vista a garantir a existência de àgua quente em regime de permanência; a panela com três pernas foi um bem de primeira necessidade, para confecção dos óptimos caldos feitos pelos nossos excelentes cozinheiros - na imagem podemos visualizar dois deles, o Vitó e o Sérgio. O Tó devia andar nas compras. A grelha em metal também foi essencial quando chegou a altura de grelhar o frango.
Na imagem temos o soldado Carlos a tentar convencer o Sérgio a deixá-lo ser o primeiro a provar o caldo.


Como é óbvio havia outros acampamentos local, onde milhares de homens, mulheres e crianças procuravam vivenciar o dia-a-dia de um acampamento militar do início do séc. XIX. Mas como podem constatar através desta imagem havia várias diferenças entre, por exemplo, este e o nosso acampamento. Uma fogueira mínima, um caldeiro mínimo, enfim, aquela malta tem de facto muito que aprender com os Portugueses...


E aqui temos uma gravura de época que constitui uma verdadeira máquina do tempo, permitindo-nos visualizar o modo como se comportavam os nossos antepassados quando acantonados. E então, como agora, podemos constatar que a fogueira é o local por excelência de agregação e convivio em qualquer acampamento.
Em Waterloo tivemos a felicidade de ficar acantonados perto do depósito da lenha, o que facilitou em muito a respectiva obtenção.


E, por fim, aqui temos uma peça de equipamento essencial em qualquer acampamento onde o rigor histórico é uma exigência fundamental: o Balde das Necessidades. Esta imagem, entre outras, foi-me enviada pelo nosso sargento Guedes, que pelos vistos quer implementar a obrigatoriedade de utilização desta peça pelas nossas tropas, sempre que estiverem acantonadas.
Eu da minha parte só tenho de concordar, até porque, como todos sabem, para mim o rigor histórico é um imperativo fundamental desta nossa actividade. Todavia, só poderemos passar a utilizar este equipamento depois que o nosso sargento Guedes tiver feito uma demonstração pública, perante as tropas devidamente formadas, do modo de utilização do mesmo, para podermos logo esclarecer eventuais dúvidas.
A segurança é também um imperativo da nossa actividade e claro está, não podemos arriscar a ocorrência de acidentes graves com este equipamento.

Penso que a possibilidade de instalação de um acampamento histórico em Almeida, com alguma  dimensão, poderá vir a ser uma possibilidade interessante e com algum futuro. Veremos o que se poderá arranjar a esse respeito.


Pedro Casimiro

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Equipamento do soldado do início do século XIX - 1ª Parte


À semelhança do que sucede com qualquer soldado, em qualquer época histórica, um soldado do início do século XIX não partia para a guerra levando apenas a sua farda, o seu mosquete e algumas munições.
De igual modo, um acampamento militar da mesma época, precisava mais do que apenas tendas (quando as havia...) para ser funcional.
Nessa medida, vou dar início uma série de artigos relacionados com o formato e aspecto da maior parte dos utensílios e acessórios que designadamente um soldado português, digamos em 1810, normalmente levaria na sua mochila quando em campanha ou utilizaria quando acantonado.
Deste modo, o Vitó já não vai ter desculpa para recorrer à sua justificação favorita, do tipo "eu não usei isso porque ninguém me disse nada!"
Pois é Vitó, quando quiseres saber, basta dares um saltinho ao Blogue do GRHMA. 

E aqui temos porventura uma das peças mais importantes do equipamento de um soldado da época (para além da sua arma), a saber: um dado. Neste caso concreto trata-se de um dado feito em madeira, mas também os havia feitos em osso. Este era um utensílio fundamental para ocupação dos tempos livres e para complementar o magro soldo pago pelo Exército (dependendo da perspectiva do ganhador ou do perdedor).

Como na altura já não ficava bem comer directamente da panela, a malta começou a usar pratos. Por regra, as tropas utilizavam pratos feitos em folha de metal, como o que resulta da imagem acima indicada. Actualmente podem encontra-se pratos muito idênticos feitos em inox, que são os que eu uso. Claro que os puristas podem e devem continuar a usar pratos em folha, até porque a ferrugem pode servir de tempero óptimo para a comida (dependendo dos gostos...).

E aqui tempos uma pequena tigela feita igualmente em folha de metal, que pode ser utilizada para uma dupla função: para comer a sopa e para servir de recipiente para fazer a barba.
Como é óbvio, a Eunice e a Carla podem utilizá-la apenas para comer a sopa.


O copo igualmente em folha de metal é também um utensílio indispensável, principalmente quando chega à altura do digestivo.

A malta que quiser contribuir com fotos de material de época que tenha na sua posse, para este efeito, pode utilizar a caixa de correio do blogue. 
Eu fico à espera das vossas contribuições (mas claro que vou esperar sentado...)!

Por hoje é tudo. Um dia destes haverá mais.

Pedro Casimiro

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Monarquia e República - Rupturas e Continuidades (1886-1926)


Aqui fica uma noticia relativa ao interessante evento cultural acima descrito, que irá realizar-se nos dias 8, 14 e 24 do Corrente mês de Outubro, no Arquivo Distrital do Porto, inserido no ciclo de conferência e debates que vem sendo promovido por esta instituição.
A entrada é livre.

Pedro Casimiro

Viva a Infantaria!



Por ter ouvido rumores no sentido de que os bravos soldados do Regimento de Infantaria nº 23 andavam deprimidos devido ao facto de ainda não ter aparecido no Blogue uma foto a eles respeitante, venho pelo presente reparar essa falta.

E aqui todos podem constatar a postura e o aprumo que caracterizam os nossos bravos soldados de infantaria, que tanto intimidam as tropas adversárias, aqui colocados na entrada e em defesa do Ponte do Rio Côa, no decurso da recriação histórica realizada em Agosto deste ano em Almeida.

Por falar em intimidação, basta visualizar o nosso soldado sapador e o tamanho do seu machado de guerra!

Pedro Casimiro


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fogo à peça!



Aqui fica um exemplo, mais ou menos estilizado, do tiro nocturno de uma das fantásticas peças de artilharia do Regimento de Artilharia nº 4.
Durante o dia o efeito não é tão apelativo, mas escapa, conforme é possível constatar nas imagens que abaixo se podem visualizar:
http://www.youtube.com/watch?v=MmAYuqLbrKc

E, como é óbvio, há casos em que a vaidade é mais forte que o próprio tiro. Nas imagens que abaixo se podem visualizar podemos ver a figura que um tipo fez quando deu tiro, pela primeira vez, com a sua Brown Bess novinha em folha:
http://www.youtube.com/watch?v=HTpk38XmaRc

Caso algum dos soldados possua videos interessantes da nossa Guerra que queira mostrar ao Mundo, é favor fazer chegar os mesmos à caixa de correio do Blogue e depois logo se vê se irão ser aprovados pela Comissão de Censura.

Pedro Casimiro

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Alma até Almeida!




Depois de alguma reflexão, achei que esta poderia ser uma imagem adequada para a abertura deste espaço, cujo objectivo principal é o da partilha de conhecimentos e de informação, destinado em primeira linha aos elementos, simpatizantes e amigos do Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida (GRHMA) e extensível a todas as pessoas que tiverem interesse em conhecer algo mais acerca da actividade de recriação histórica a que o grupo de dedica há vários anos, em Portugal e no estrangeiro.
Temos na imagem um dos elementos do GRHMA proveniente da cidade do Porto, com a sua farda do Batalhão de Caçadores nº 6, a fazer fogo com a sua carabina Baker a partir das muralhas da Vila de Almeida. Esta imagem pretende simbolizar precisamente o facto de que este grupo de recriação histórica é e pretenderá sempre ser, acima de tudo, um grupo de amigos e de camaradas de "armas" das mais diversas proveniências profissionais e geográficas, que fazem desta formosa Vila a sua sede e base de operações, com vista (entre outros objectivos) à promoção, preservação e salvaguarda de uma parte importante do património histórico-cultural nacional, em geral, e do concelho de Almeida, em particular, conforme decorre do Regulamento Interno do próprio grupo.
Está também em causa a divulgação do conhecimento da História de Portugal e dos trágicos eventos associados ao período histórico comummente designado de Guerra Peninsular, ocorrida entre os anos de 1807 e 1814, em que o nosso país esteve envolvido.

Pedro Casimiro