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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A Batalha de Waterloo (Junho de 2010) - Reportagem Fotográfica (5)

Continuando a saga do GRHMA por terras da Bélgica, aqui fica outra história verídica acerca de outro acontecimento que afectou as nossas tropas.

História da Busca da Pólvora Perdida

Quando os artilheiros perceberam que corriam o sério risco de não terem pólvora para a batalha de domingo, resolveram fazer uma reunião de emergência para arranjar soluções.
O artilheiro João Pina foi o primeiro a dizer:
-Isto não pode ser! Temos de assaltar o acampamento francês e tirar alguma pólvora! Sem pólvora é que não podemos ficar!
  

E foi precisamente neste momento que o Sargento Coelho pegou na faca de cortar o presunto e disse:
-Está decidido! Vamos assaltar o acampamento francês! Quantos são? Quantos são?
Nesta altura o valente soldado Mário disse:
-Ora, não são muitos. São só para aí uns 1.500 gajos...(os portugueses presentes eram 22).
E foi então que o Sargento Coelho resolveu usar a faca para cortar antes algumas fatias de presunto e não se falou mais no assunto do assalto ao acampamento francês.

Felizmente aconteceu que o artilheiro Carlos apresentou nesse momento na reunião um calmante natural à base de cevada que distribuiu por todos os presentes, tendo sido desta maneira que os ânimos se acalmaram definitivamente.

  O calmante era tão bom que alguns dos soldados até resolveram fazer uma pequena soneca...

Como o soldado Miguel, que aqui vemos a "ferrar o galho"...

E eis que alguém se lembra da solução perfeita: e porque não comprar alguns quilitos de pólvora na feira que havia perto do acampamento?

E assim foi. O cabo de artilharia António levou um saco de moedas e comprou vários quilos de pólvora a umas feirantes simpáticas que por lá havia.
E foi assim quer ficou resolvido problema da falta de pólvora do Regimento de Artilharia nº 4!

E por causa disso a malta ficou novamente feliz e contente e com vontade de provar mais um pouco do famoso calmante de Waterloo!

E até ninguém de importou com o balão-espião enviado pelo exército francês para espiar o nosso acampamento, uma vez que já tínhamos munições suficientes combater na batalha prevista para o dia seguinte.

Pedro Casimiro

2 comentários:

  1. Ora aqui está a "prova provada" que nada mete mede ao RA4. Artilheiros são artilheiros e "mai nada!!!"
    E se fosse preciso ir ao acampemento francês... Bom, mas ainda bem que o Palanca trouxe o calmante para evitar males maiores!!! Para o franceses claro!!! E que calmante... basta olhar para aquela carinha do Palanca (eh,eh,eh). Era de noite ou de dia???

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  2. Armindo:
    na foto é visivel que é de dia......! ! ! !
    e que o calmante era de qualidade lá isso era

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